Parceria com o Estado do Rio Grande do Sul rende bons resultados em dois anos

Parceria com o Estado do Rio Grande do Sul rende bons resultados em dois anos

Preservar os recursos naturais que temos disponíveis no mundo é um dos grandes desafios que estamos enfrentando. Sem eles, não haverá planeta para as próximas gerações. Ao mesmo tempo em que a agricultura alimenta e movimenta uma população mundial crescente, é também responsável por 1/3 das emissões de gases do efeito estufa. Por isso, a responsabilidade de cuidar do meio ambiente faz parte da atividade agrícola.

A Syngenta, por meio de seu Plano de Agricultura Sustentável – que integra uma série de projetos realizados por meio de parcerias firmadas junto a instituições públicas, privadas e do Terceiro Setor – promove ações que ajudam a tornar a produção de alimentos cada vez mais sustentável. Uma delas é o Programa Estadual de Conservação do Solo e da Água, realizado por meio de uma parceria que envolve três secretarias do governo do Rio Grande do Sul (Agricultura e Desenvolvimento Rural, Educação e do Meio Ambiente). Desde julho de 2018, a Syngenta apóia esta iniciativa de promoção da agricultura conservacionista.

Junto com a Sociedade de Agronomia do Rio Grande do Sul e instituições públicas e privadas gaúchas, o programa desenvolve ações integradas, aliando a proteção de recursos naturais essenciais, como o solo e a água, à melhoria da produtividade das lavouras de maneira responsável, por meio de ações simples e práticas que possam ser utilizadas em qualquer propriedade.

Nestes quase dois anos de parceria, muito já foi realizado: cursos com visitas a propriedades; palestras, conferências e fóruns com especialistas; cursos de atualização; dias de campo para demonstração de técnicas conservacionistas e boas práticas agrícolas para produção responsável e sustentável; além de cursos voltados a culturas específicas. Mais de 5.000 pessoas, entre produtores e trabalhadores rurais, pesquisadores, professores, estudantes e técnicos já foram impactadas.

Mas o que é a agricultura conservacionista?

Essa prática contempla o manejo integrado do solo, da água e da biodiversidade, compatibilizado com o uso de insumos, para preservar, manter e recuperar os recursos naturais.

Algumas boas práticas desse modelo de produção são:

• O plantio em contorno e em nível (como representado na foto acima) que respeita as características do terreno e forma uma espécie de empecilho, diminuindo a velocidade de enxurradas, caso elas se formem no terreno;

• A rotação de culturas, na produção de grãos, na cobertura do solo e no aumento da biomassa vegetal com incremento de matéria orgânica do solo;

• Armazenagem de água no solo (retendo a água da chuva onde ela cai), através de terraços em nível, o que melhora a estrutura do solo e aumenta a capacidade de infiltração da água;

• O sistema plantio direto, que pode ser considerado uma unificação das técnicas acima. Gerando uma melhora da vida microbiana no solo, com o acréscimo da matéria orgânica. Isso porque este sistema melhora as condições químicas, físicas e biológicas do solo em função do aumento da matéria orgânica, da ciclagem dos nutrientes essenciais e do incremento da sua estruturação.

O resultado dessas práticas que permitem maior infiltração da água no solo, aumentam os lençóis freáticos, que em períodos de estiagem, fazem a água retornar por capilaridade e em função disto o desenvolvimento radicular que é o responsável por realizar a interface entre o solo e a planta, é estimulado, explorando assim uma área maior do solo, e se tornando menos suscetível à seca.

O sistema plantio direto, por exemplo, é uma das práticas agrícolas sustentáveis mais utilizadas no Brasil, já são mais de 32 milhões de hectares, quer saber mais sobre? Assista a este vídeo:

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *