O Operation Pollinator no Brasil

O Operation Pollinator no Brasil

Sabia que as abelhas e outros insetos polinizadores são responsáveis por mais de um terço da polinização de todas as culturas agrícolas ao redor do mundo? Por isso, a Syngenta tem dedicado esforços em iniciativas de preservação desses insetos.

Um dos pilares do nosso Plano de Agricultura Sustentável – The Good Growth Plan – trata justamente deste assunto: promover a biodiversidade. Por meio do Operation Pollinator, uma iniciativa que começou na Europa, se espalhou pelos Estados Unidos e que agora está chegando o Brasil, já conseguimos aumentar a população de abelhas em 300 vezes.

O projeto, que conta com o apoio de fazendeiros, apicultores, universidades, centros de pesquisa, governos e ONGs, visa aumentar as áreas com habitats para esses polinizadores, com ações sob medida para cada tipo de inseto e para as necessidades ambientais de cada uma das fazendas participantes.

No Brasil a iniciativa já começa a tomar forma. Estávamos fazendo uma série de encontros com especialistas e universidades ao redor do Brasil, discutindo métodos de conservação da biodiversidade para locais do Cerrado, da Caatinga e da Mata Atlântica. E agora, com ajuda da Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA), vamos montar o um meliponário destinado à criação e conservação de abelhas do semiárido brasileiro, que ficará em Mossoró, no Rio Grande do Norte.

O Espaço ASA – Abelhas Semiárido: Onde podemos voar junto às abelhas prevê a construção de um amplo jardim composto por árvores, arbustos, herbáceas e trepadeiras nativas do bioma Caatinga que sejam atrativas para esses polinizadores. Segundo a pesquisadora da UFERSA, Camila Maia da Silva: ”Para atrair maior diversidade de abelhas é fundamental disponibilizar flores com cores, formas e tamanhos variados e também com floração em diferentes épocas do ano, principalmente na estação seca, período de escassez de recursos florais nesse bioma”.

Além de aumentar a quantidade desses insetos, também vamos mostrar como a administração consciente do meio ambiente pode coexistir com fazendas dedicadas a cultivar para fins comerciais.

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