Dia Internacional de Mulheres e Meninas na Ciência celebra e incentiva contribuição feminina no setor

Dia Internacional de Mulheres e Meninas na Ciência celebra e incentiva contribuição feminina no setor

Do domínio do fogo às viagens espaciais, o desenvolvimento científico sempre foi uma parte fundamental na história da humanidade, e nos últimos tempos, a ciência voltou a estar no centro das conversas do dia a dia, com temas como aumento da temperatura global, sequenciamento genético, desenvolvimento de vacinas, aperfeiçoamento na produção de alimentos, entre outros.

Homens e mulheres de todo o mundo contribuíram para aumentar o bem-estar da sociedade com suas pesquisas e estudos. Mas, nem sempre a participação feminina teve o devido reconhecimento e apoio. Para dar visibilidade às grandes contribuições das mulheres no avanço das áreas de pesquisa científica e tecnológica, a Organização das Nações Unidas (ONU) criou em 2015, o Dia Internacional de Mulheres e Meninas na Ciência.

Comemorado no dia 11 de fevereiro, a data é um marco importante para o incentivo da igualdade de gênero em todos os níveis do sistema educacional, especialmente nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática. Acabar com todas as formas de discriminação contra mulheres e meninas no mundo é um dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) da agenda 2030 da ONU. No universo das ciências, essa luta ainda está longe do fim, um levantamento recente realizado pela UNESCO constatou que apenas 28% dos pesquisadores e cientistas no mundo são mulheres.

Apesar dessa disparidade, as incontáveis contribuições femininas para o avanço da ciência não são de hoje. Marie Curie, polonesa com cidadania francesa, por exemplo, é uma das cientistas mais conhecidas no mundo. Entre seus feitos estão a descoberta dos elementos químicos Polônio e Rádio, o que resultou no Prêmio Nobel de química. E, além disso, ela também realizou uma pesquisa revolucionária sobre radioatividade, que criou a base da ciência nuclear moderna, e pela qual ela e seu marido, Pierre e Henri Becquerel, receberam o Nobel de Física em 1903. Marie foi a primeira mulher a ganhar um Nobel e, até hoje, a única mulher agraciada com a premiação em duas categorias diferentes, tudo isso no fim do século 19, quando o preconceito contra as mulheres era ainda mais presente e intenso.

Como ela, outras mulheres têm se destacado em vários ramos das ciências. As matemáticas Katherine Johnson, Dorothy Vaughan e Mary Jackson foram fundamentais para a NASA colocar o primeiro astronauta em órbita, ao redor da Terra, em 1962. A história do trio é contada no filme “Estrelas Além do Tempo”.

Cientistas e pesquisadoras brasileiras também fazem parte desta incrível lista de destaques. A epidemiologista Celina Turchi foi nomeada como uma das dez cientistas mais importantes do mundo pela revista Nature (uma das publicações científicas mais importantes do mundo) de 2016. E no ano seguinte, a brasileira foi considerada uma das 100 pessoas mais influentes do mundo pela revista Time.
Além de Celina, em 2020, a física Márcia Cristina Bernardes Barbosa, que estuda estruturas complexas das moléculas de água foi classificada pela ONU Mulher como uma das “Sete cientistas mulheres que moldam o mundo”.

A Syngenta sempre valorizou a relevância feminina nas ciências e conta com inúmeras especialistas renomadas em suas equipes. Entre elas estão a engenheira agrônoma, Giorla Moraes, a especialista em toxicologia, Mariana Pais, e a especialista em segurança ambiental, Ana Cione, mulheres de liderança que colaboram para o avanço do conhecimento científico em prol da agricultura.

Nos vídeos abaixo, Giorla explica a importância da ciência no aperfeiçoamento agrícola; Mariana e Ana desfazem mitos e revelam verdades sobre o uso de agrotóxicos nas plantações.

Giorla Moraes:

Mariana Pais:

Ana Cione:

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