Agricultura regenerativa e a relação com a segurança alimentar

Agricultura regenerativa e a relação com a segurança alimentar

De acordo com a Organização da Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), a fome na América Latina e no Caribe pode atingir 67 milhões de pessoas em 2030. Isso faz com que iniciativas dirigidas à segurança alimentar – termo ligado à oferta de alimentos em quantidade suficiente para uma população que cresce- sejam prioridade nas pautas de diversos países.

É primordial buscar formas de aumentar a produção de alimentos sem utilizar mais recursos naturais, e para isso, a agricultura regenerativa pode ser o ponto de partida. Ferramentas inovadoras já são aplicadas no Brasil com o objetivo de se manterem alinhadas à essa agenda sustentável.

Saiba mais:

 

ILPF

A integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF) é uma das respostas para esse problema. Essa estratégia de produção utiliza diferentes sistemas produtivos, agrícolas, pecuários e florestais dentro de uma mesma área, otimizando o uso das terras, elevando os patamares de produtividade e reduzindo a emissão de gases causadores de efeito estufa.

O vídeo a seguir, produzido pela Embrapa, que lidera a Rede ILPF (Integração Lavoura Pecuária e Floresta) da qual nós, da Syngenta, fazemos parte, traduz isso de forma bastante clara.

Assista:

 

Reverte

Em parceria com o banco Itaú e com o envolvimento fundamental da The Nature Conservancy (TNC), a Syngenta, anunciou em outubro de 2019, o projeto Reverte, cujo objetivo é regenerar 1 milhão de hectares de áreas agrícolas degradadas até 2025.

A recuperação de terras é um pilar prioritário da agricultura regenerativa, somando-se, também, ao enfrentamento das questões climáticas por meio de ferramentas como o sequestro de carbono e eficiência hídrica.

Conheça um pouco mais sobre o Reverte:

 

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