A maior inimiga da soja

A maior inimiga da soja

Talvez você não tenha ouvido falar na ferrugem asiática, mas essa doença, causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi, é a principal inimiga dos produtores de soja do Brasil.

Seu nome se deve ao fato da doença apresentar sintomas parecidos com a ferrugem, além de ter sido relatada, pela primeira vez, lá no Japão, em torno de 1902. Apesar disso, o problema é relativamente novo no Brasil, chegando às terras tupiniquins apenas em meados de 2001.

Como citamos anteriormente, a doença se parece bastante com a ferrugem e pode se manifestar em qualquer estágio da cultura, tendo como costume começar pelas partes mais baixas da planta. Os primeiros sintomas são caracterizados por pequenas pontuações de coloração mais escura na parte superior das folhas. Já na parte inferior podemos observar o começo da formação de saliências que correspondem às estruturas de frutificação do fungo, as chamadas urédias.

São essas urédias que diferenciam a ferrugem de outras doenças. Na fase avançada da doença, elas adquirem tonalidades de castanho, quando, através de uma pequena cavidade, os urediniosporos começam a ser expelidos. Dessa fase em diante, o problema começa a crescer, causando lesões e amarelecimento nas folhas, que terminarão com a queda prematura, acarretando um pior desenvolvimento dos grãos, que vai gerar uma diminuição na qualidade e no volume da produção.

A única forma de controle dessa doença é através do controle químico, por meio da aplicação de fungicidas. É um processo que requer acompanhamento constante, exigindo aplicações periódicas e controladas dos defensivos. Nesse caso, recomendamos o Elatus, um produto recém-lançado com ampla proteção aos problemas da soja. O produto se diferencia pela sua agilidade de ativação e pela duração do efeito residual, a maior do mercado.

Mesmo com a diminuição dos danos causados pela ferrugem, estima-se que, até 2025, 30% da produção será perdida por causa dessa praga. Portanto, devemos manter atenção a esse problema.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *