Vida longa e próspera

Vida longa e próspera

Dia 8 de setembro é a data de aniversário de Star Trek, uma das séries de ficção-científica mais famosas e influentes do mundo. E, para não deixar a homenagem passar em branco, resolvemos fazer uma publicação inspirada na célebre frase proferida por Spock: “Vida longa e próspera!”. A seguir, mostraremos para vocês quais são as culturas mais antigas a serem cultivadas aqui no Brasil.

Você pode até ter pensado na cana-de-açúcar, largamente cultivada por aqui na época do descobrimento, ou talvez no café, que dominou a produção do País por muito tempo, logo após a Independência.

Apesar de serem bons palpites, nenhum dos dois está correto. Isso porque a agricultura brasileira começou muito antes da chegada dos portugueses. Exatamente! Além da caça, da pesca e do extrativismo de frutos, nossos indígenas já conheciam algumas técnicas de cultivos. E os principais alimentos produzidos por eles eram:

Mandioca – É comum escutar, até mesmo nos dias de hoje, que a mandioca é a base da alimentação dos indígenas. Além de ser facilmente armazenada, ela é rica em fibras, vitaminas e carboidratos, que fornecem energia para o nosso corpo. Era utilizada no preparo de tapiocas, pirão (caldo grosso feito de farinha de mandioca e caldo de peixe) e beiju (uma espécie de bolinho feito com farinha de mandioca fina).

Milho – A mandioca podia até ser o alimento base dos indígenas, mas o milho não ficava para trás. Além de ser fonte de betacaroteno e vitaminas, ele é rico em fibras e ajuda a prevenir problemas cardíacos. Pode ser servido assado ou cozido, na forma de mingau ou pipoca, e utilizados no preparo de pamonhas ou do cauim, um tipo de bebida fermentada.

Amendoim – O amendoim é uma planta nativa da América do Sul que nossos nativos muito apreciavam. É fonte de vitaminas e minerais, previne doenças do coração e até aumenta o fluxo de sangue no cérebro. Depois de colhido, podia ser consumido cru, torrado ou moído, mas era principalmente usado como acompanhamento, seja da batata-doce, da mandioca ou do milho.

Batata-doce Por fim, temos a batata-doce que também era um dos principais pratos da alimentação indígena. Contém quantidades razoáveis de ferro, potássio e vitaminas (A e C), além de ser rica em fibras e vitamina E. Podia ser consumida de diversas formas (assada, cozida ou como farinha), mas o principal jeito de prepará-la era assada, em brasas de baixa temperatura.

*Existem várias tribos ao longo do Brasil e nem todas se alimentam dessas culturas. Separamos apenas as principais.

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