As cebolas do Bombilio

As cebolas do Bombilio

Olá, meu nome é Jackson Bombílio, trabalho com a cultura da cebola há 15 anos, cinco deles, só na Syngenta.  Venho de uma família onde o meu pai é agrônomo e minha mãe professora, cursei o Técnico em Agropecuária no Colégio Agrícola de Camboriú, e me formei em Agronomia, na Universidade do Estado de Santa Catarina, em Lages.

Hoje, moro em Ituporanga, Santa Catarina, a capital nacional da cebola – a terceira espécie da família das oleráceas de maior importância econômica aqui do Brasil. Mas chega de falar sobre mim, vamos falar sobre as cebolas! Aqui onde eu moro, a grande maioria dessas hortaliças é cultivada por pequenos e médios agricultores que, apesar das dificuldades, fazem com que o Estado de Santa Catarina tenha mais de 20 mil hectares destinados ao cultivo de cebola, 36% de toda área plantada de cebola do país, e seja (com muito orgulho), o maior produtor de cebola a nível nacional. Somente o município de Ituporanga abastece 12% do mercado brasileiro e exporta cerca de duas mil toneladas de cebola para a Europa.

E olha que isso é muito mais incrível do que parece, sabe por quê?  Acontece que a maioria do plantio da cebola é realizado manualmente, ou seja, esse pessoal transplanta uma a uma, durante toda extensão da lavoura. Para você ter uma ideia da dimensão desse trabalho imagine que em cada hectare desses produtores, cabem de 280 a 350 mil plantas (sim, todas plantadas à mão).

É uma tarefa bastante complicada, que tem início e fim bem definidos, capazes de enlouquecer os mais metódicos. A época de cultivo da cebola na região de Ituporanga, por exemplo, começa em abril, com o semeio dos canteiros para a formação das mudas e depois de 60 a 70 dias ocorre o transplante definitivo na lavoura, onde um hectare de canteiro equivale a aproximadamente dez hectares de lavoura. Dependendo do ciclo da cultivar e das condições climáticas, o início da colheita se dá entre os meses de outubro e dezembro variando entre plantio e a colheita em cerca de  150 a 180 dias. E ao final de cada safra, os agricultores ainda podem realizar a rotação com outras culturas, como milho, soja, feijão ou escolher pelo pousio das terras com o plantio de girassol, mucuna e milheto que vão servir posteriormente como adubação verde para realizar o plantio direto na nova safra.

Além de todo esse cuidado e todas essas técnicas com a terra e com as plantas, recomendo o programa Base Forte, que é o programa de manejo da Syngenta mais testado do Brasil, com mais de 15 anos de ensaios e áreas comerciais, é uma estratégia de proteção de plantas desenvolvida exclusivamente para os cultivos de hortaliças e frutas. Ele tem como principal objetivo obter o melhor controle de pragas e doenças com a tecnologia certa, na hora certa, e promover incremento de produtividade e qualidade, reduzir o custo unitário, sempre respeitando os conceitos de boas práticas agrícolas. Tudo isso se conecta diretamente aos compromissos que a Syngenta assumiu em seu Plano de Agricultura Sustentável.

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